Notícias do setor
21/05/2013
Brasil e Estados Unidos discutem parcerias em energia

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, reúne-se nesta segunda-feira, 20, em Washington, com o secretário de Estado americano, John Kerry, para discutir, entre vários temas, o panorama da economia global, tratando de temas relacionados ao G-20, e também alguns mais específicos sobre a América do Sul, como os rumos do Mercosul, num cenário marcado pela entrada da Venezuela no bloco. Uma área nas relações entre Brasil e EUA que pode merecer ainda mais atenção é a de energia. (Folha de São Paulo – 19.05.2013)
Cemig espera economizar R$ 140 mi com corte de funcionários
- O diretor financeiro da Cemig, Luiz Fernando Rolla, afirmou que a estatal mineira espera uma economia de R$ 140 milhões em 2014 com os cortes de funcionários que serão feitos neste ano. Cerca de mil empregados devem sair neste ano dentro do programa de desligamento adotado pela companhia. No primeiro trimestre, a Cemig fez uma provisão de R$ 145 milhões para arcar com os custos das demissões, que vão se estender até junho. A empresa projeta uma redução na folha de pagamentos deste ano de R$ 90 milhões. Portanto, os cortes de funcionários deverão custar à estatal R$ 60 milhões líquidos em 2013. Dos R$ 145 milhões provisonados, R$ 10 milhões referem-se ao plano anterior, do ano passado, informou a companhia. Além das demissões, a Cemig também reduziu os incentivos para os novos funcionários que serão contratados , que passarão a custar menos que os antigos empregados, disse a empresa. Segundo Rolla, a Cemig substituiu o pagamento de benefícios fixos por mecanismo mais modernos, baseados em desempenho. (Valor Online 17.05.2013)
Copel quer menos 700 empregados na distribuidora até 2014
A Copel deverá manter um quadro progressivo de otimização de sua estrutura organizacional para recuperar a rentabilidade do segmento de distribuição, com uma redução de 20% em custos gerenciáveis de PMSO até 2014. A expectativa é de que até 2014, cerca de 700 funcionários sejam suprimidos, reduzindo de R$1 bilhão para R$800 milhões os custos do segmento. Ainda que não tenha nenhuma política de incentivo ao desligamento implantada durante o período, a Copel prevê chegar no próximo ano com pouco mais de 6 mil funcionários, ante aos 7,2 mil que possui atualmente. A intenção inicial é de que as vagas abertas naturalmente, ou em processo de ocorrer, não sejam repostas. O trabalho deverá ser realizado por uma consultoria especializada, com o edital da licitação pública para contratação divulgado até o fim deste mês. A reestruturação dos processos teve início em 1º de maio, e já contou com a redução de 11 para 6 cargos de superintendência, além da 30 departamentos de atuação regional. Em julho, mais cargos deverão ser reduzidos. (Jornal da Energia – 17.05.2013)

 

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