Helena Tenório, chefe do Departamento de Inovação e Conhecimento do BNDES, aponta sinais positivos no horizonte, como a demanda apresentada no começo do mês, de R$ 12,3 bilhões, para o programa Inova Energia, do BNDES, de apoio a projetos de desenvolvimento tecnológico no setor elétrico. Foram inscritas 373 empresas e instituições científicas de 16 estados. Ela lembra que a presidente Dilma Rousseff acabou de fazer uma aposta ousada de incentivo à pesquisa destinada a elevar a competitividade industrial. Anunciado em março, o Plano Inova Empresa, que integra vários ministérios e financiadoras, planeja aplicar R$ 32,9 bilhões nos próximos anos. Glauco Arbix, presidente Finep, a principal financiadora de projetos de instituições ligadas às universidades, promete que “não faltarão recursos para quem inova”. O pacote tem quatro frentes: apoio direto (R$ 1,2 bilhão), fomento a parcerias (R$ 4,2 bilhões), participação societária em empresas tecnológicas (R$ 2,2 bilhões) e crédito com juros subsidiados (R$ 20,9 bilhões). (Correio Braziliense – 21.05.2013)
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