A CEEE-GT ficou com um buraco inesperado de 385MW médios para o segundo semestre por causa da MP579/2013. A gravidade da situação, segundo do diretor de geração, Carlos Ronaldo Vieira Fernandes, exige posição firme do acionista controlador – Governo do Estado do Rio Grande do Sul, no sentido de buscar uma alternativa para reparar o desequilíbrio econômico-financeiro das concessões de geração da empresa. A exposição inesperada aconteceu porque as concessões da CEEE-GT venceriam somente em 2015 e toda a energia disponível para comercialização estava contratada para 2013. As usinas renovadas representaram 233,9 MW médios. Quando a empresa assinou os aditivos contratuais para continuar com as concessões, contava com uma descontratação de 171,6MW médios. Mas com a resolução da Aneel 521 a energia das usinas controladas pela companhia foi distribuída em regime de cotas para as concessionárias de distribuição. (Jornal da Energia – 24.05.2013)
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