Na avaliação do diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, a medida do governo que restringiu a participação da fonte eólica no próximo leilão A-5, marcado para agosto, foi positiva, pois devido à pouca oferta hidrelétrica no certame haverá mais possibilidade de viabilizar termelétricas. “Com a eólica separada - que foi uma medida espetacular - vai aparecer térmica nesse leilão. Acredito que isso vai acontecer”, disse Chipp, após participar do III SIGMAT, nesta segunda-feira (10/06), em São Paulo. Com a necessidade de aumentar a segurança elétrica do país, o governo limitou, até o momento, a participação da fonte eólica apenas no leilão de reserva em 2013. Com isso, o objetivo é viabilizar térmicas no A-5, principalmente a carvão. “Tenho dito que precisamos de térmicas competitivas, a gás natural, a biomassa”, disse Chipp, ao destacar que para escoar esse tipo de geração são necessários poucos reforços na transmissão. (Jornal da Energia – 10.06.2013)
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