A CCEE começou, na semana passada, a testar duas metodologias distintas para calcular o "novo" PLD, ou o preço da energia elétrica no mercado disponível. É esperado que a fórmula escolhida pelos técnicos do governo federal entre em vigor em agosto ou setembro, afirma Luiz Eduardo Barata, presidente da CCEE, em entrevista ao Valor PRO, serviço em tempo real do jornal Valor. O novo modelo também tende a fazer com que os preços de referência para a energia elétrica fiquem mais altos, apesar dos esforços do governo federal para reduzir as tarifas de eletricidade. Com as mudanças, o PLD passará a incorporar o acionamento das usinas térmicas mais caras. Hoje, as despesas com essas unidades de geração de energia, bem mais caras que as hidrelétricas, por exemplo, são cobradas "por fora", por meio de um encargo específico, o ESS. Com a entrada em vigor do "novo" PLD, o ESS deixa de existir. (Valor Econômico – 11.06.2013)
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