A Eletronuclear precisa da aprovação do MME para postergar o início da entrega de energia da usina nuclear Angra 3, de janeiro de 2016 para agosto de 2018. Apesar de já ter anunciado mais esse atraso para o início da operação da usina, na semana passada, a Eletronuclear ainda deve oficializar o pedido ao ministério até agosto. Othon Pinheiro, presidente da Eletronuclear, disse que o Contrato de Energia de Reserva (CER), firmado com a CCEE em agosto de 2011, previa que a Eletronuclear poderia solicitar, até novembro deste ano, o adiamento do início da operação. Caso o ministério não permita, a companhia será obrigada a comprar energia para honrar o contrato. Segundo o presidente, o novo atraso não deverá causar fortes mudanças no investimento total para a construção do empreendimento, de cerca de R$ 13 bi. (Valor Economico – 14.06.2013)
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