Notícias do setor
31/07/2013
Cemig foca na aquisição de ativos para substituir 600 MW de concessões vincendas

Parte desse montante já foi adquirido com a compra de fatia na Brasil PCH
Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, de Brasília, Negócios e Empresas
30/07/2013
A Cemig está disposta a adquirir ativos na área de geração para suprir os 600 MW das 18 PCHs cujas concessões vencem em 2015 e que a empresa decidiu por não renovar nos termos da Medida Provisória 579. De acordo com o diretor de Finanças e Relações com Investidores da companhia, Luiz Fernando Rolla, parte dessa energia já foi substituída com a aquisição de 49% da Brasil PCH.
"O restante vamos buscar no mercado e podemos adquirir através da Renova", sinalizou o executivo, que participou do Seminário sobre Energia Elétrica, promovido pela Apimec-Rio, nesta terça-feira, 30 de julho, no Rio de Janeiro. Segundo ele, a preferência é por PCHs e a empresa pode não se limitar aos 600 MW. "Se o mercado tiver disponibilidade, podemos adquirir mais", declarou.
Rolla disse ainda que a empresa vai participar do leilão A-5, previsto para acontecer no dia 29 de agosto, mas não revelou os projetos de interesse. No entanto, ele disse que a empresa tem interesse em construir térmicas a gás natural para aproveitar o insumo proveniente da Bacia do São Francisco, ao qual a empresa detém participação em quatro blocos exploratórios. "Não deveremos participar do leilão de gás convencional, pois acreditamos que já temos gás suficiente para os nossos projetos nesse momento", afirmou o executivo.
No que diz respeito à UHE Jaguara, Rolla voltou a dizer que a empresa entende que tem direito a uma segunda renovação nos moldes anteriores à MP 579 e que vai brigar na Justiça por esse direito.

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