Consórcio formado por Alupar, Chesf e Eletronorte levou SinopPor Wagner Freire, de São Paulo (SP) (jornal da energia)O Leilão de Energia Nova A-5 viabilizou 19 empreendimentos de geração, que somam 1.265 MW de potência. Dez hidrelétricas foram viabilizadas, que somam 618,483MW de capacidade. Além disso, nove termelétricas a biomassa também venderam energia, somando 647MW de potência. Não houve venda de usinas a carvão.Os projetos estão localizados nos estados de Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Piauí. Os empreendimentos vão demandar R$4,99 bilhões de investimento, segundo previsões da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).O preço médio do certame foi de R$124,97 por MWh, no qual foram comercializados 165.233.059,200MWh. O montante transacionado foi de R$20,6 bilhões. O deságio do leilão médio foi de 10,74%, o que representou uma economia de R$2,4 bilhões. Segundo dados da EPE, 34 distribuidoras compraram energia no certame.O destaque foi para hidrelétrica de Sinop (400MW-MT), que vendeu energia a R$109,40/MWh. A previsão de investimento é de R$1,77 bilhão. O consórcio formado por Alupar, Chesf e Eletronorte arrematou o projeto. Minutos depois, porém, a Alupar comunicou sua desistência e saída do negócios. Saiba mais. Oito PCHs também foram viabilizadas, ao preço médio de venda de R$127,01/MWh.Ao todo, foram habilitados 36 projetos, sendo 16 termelétricas a biomassa, três a carvão, além de 15 PCHs e duas hidrelétricas, Sinop (400MW-MT) e Salto Apiacás (45MW-MT).
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