1 Sede da Eletrosul é referência em eficiência energética O edifício-sede da Eletrosul, em Florianópolis (SC), recebeu na última semana a etiqueta nível A de eficiência energética, depois de uma inspeção realizada pela Fundação Certi, que confirmou que as instalações foram projetadas visando à redução do consumo de energia elétrica nos sistemas de climatização e iluminação. As soluções aplicadas para o uso racional da água também foram consideradas na avaliação, garantindo uma bonificação na pontuação final. Outros dois prédios da empresa em Santa Catarina também já obtiveram a etiqueta com a classificação máxima em eficiência energética. A certificação foi viabilizada por meio de convênio firmado entre a Eletrobras e a Fundação Certi. “A Eletrosul vem aumentando a aplicação de soluções de eficiência energética em suas instalações. A intenção é que todos os projetos arquitetônicos, especialmente das novas construções, sejam avaliados e ajustados dentro desses conceitos”, afirmou o gerente da divisão de Eficiência Energética e Novas Tecnologias, Henio de Oliveira Bez. Segundo ele, a redução no consumo de energia elétrica e de água pode ser de até 50% e 40%, respectivamente. (Jornal da Energia – 09.09.2013) 2 Celtins reduz custos em 11% em um ano de intervenção O interventor nomeado pela Aneel, Isaac Averbuch, fez um balanço positivo do primeiro ano de atuação Celtins (TO), subsidiária da Rede Energia, que está em processo de recuperação judicial. Os dois principais indicadores obtidos foram a redução dos custos operacionais em cerca de 10% em termos reais e a melhoria dos indicadores de DEC e FEC. Entre as medidas que o executivo cita como responsáveis pela redução dos custos da empresa estão a transferência de quase toda a estrutura da empresa para a cidade de Palmas (TO) e a renegociação de contratos, principalmente de prestadores de serviços. Esse desempenho teve mais relevância ainda quando se considera que nesse período houve o reajuste salarial da categoria que ficou em 7,5%, o desligamento de 27 funcionários em SP e a transferência da sede da empresa. Além disso, ele aponta ainda a gestão de material, que foi otimizada com a redução de material no almoxarifado. Ele explicou que a mudança envolveu o pessoal de SP em áreas como a financeira, faturamento, contabilidade e outras. (Agência CanalEnergia – 06.09.2013) 3 MPX consegue R$ 181,6 milhões com subscrição de ações A MPX Energia conseguiu mais R$ 181,6 mi na terceiro período de subscrição de sobras de ações, na qual foram adquiridas 28.1665.193 novas ações ordinárias, das 30.790.762 ações disponíveis, entre os dias 2 e 5 de setembro. O BTG Pactual foi o maior comprador, tendo subscrito 26.162.193 ações ao preço de R$ 6,45 por ação, totalizando R$ 181.646.144,85. A E.ON, através da DD Brazil Holdings subscreveu 3 mil ações, equivalentes a R$ 19.350,00. Esse foi o último montante de ações que a alemã poderia subscrever. Segundo comunicado divulgado pela empresa nesta sexta-feira, 6 de setembro, apenas o BTG Pactual manifestou interesse na reserva de sobras de subscrições, que totalizam 2.625.569 ações ordinárias. Por isso, essas ações serão subscritas na sua totalidade pelo BTG, no prazo de três dias, a se iniciar em 9 de setembro de 2013. (Agência CanalEnergia – 06.09.2013)
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