O consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção e operação da hidrelétrica, terá de pagar uma conta extra que pode superar R$ 400 milhões, por descumprir o compromisso de entrega do volume de energia que deveria ser fornecido a partir deste mês. Em relatório obtido pelo Valor, o consórcio - formado pela GDF Suez (60%), Eletrosul (20%) e Chesf (20%) - alega que greves e vandalismos resultaram em 25 meses de paralisação total ou parcial nas obras da margem direita e mais 18 meses na margem esquerda. A expectativa é que a Aneel perdoe o atraso nas instalações das turbinas por conta das paralisações e conceda uma prorrogação nos prazos do contrato. Para complicar ainda mais, o consórcio terá perda de receita, porque estará impedido de vender energia para o mercado livre até dezembro. (Valor Econômico – 09.09.2013)
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