1 Meta da Celesc é renovar concessão, que vence em 2015 O diretor-presidente da Celesc, Cleverson Siewert, disse que o principal objetivo da estatal é garantir a renovação de sua concessão de distribuição, que expira em julho de 2015. A partir do diagnóstico de que o grande risco para a empresa hoje é o descumprimento dos requisitos econômico-financeiros exigidos pela Aneel a companhia está executando um amplo plano para reduzir os custos. Para resolver o problema, a companhia promoveu um PDV no fim de 2012, que teve a adesão de 753 empregados. Além do PDV, a Celesc tem apostado nos investimentos em automação para diminuir o quadro de funcionários. Adicionalmente, a companhia investirá R$ 97 mi até 2017 para instalar 3 mil religadores na rede de distribuição. A meta da Celesc é chegar o ano de 2017 com um quadro de funcionários de 2,7 mil pessoas. A companhia tem adotado outras medidas para reduzir os seus custos. Uma delas é equiparar a relação investimento sobre a taxa de depreciação aos seus pares do setor. (O Estado de São Paulo- 11.09.2013)
2 Eletronorte deu mais de R$ 1 bilhão de lucro nesse segundo trimestre Outro requisito para fazer parte do grupo Eletrobras é a interligação no SIN. “Elas precisam se adequar para fazer parte do grupo de empresas federalizadas, precisam preencher determinados requisitos. Daí a Eletrobras poderá adquirir os 51% ou mais das distribuidoras. Mas para que entrem na ‘comunidade econômica europeia’, o principal é que estejam com as dívidas em dia. É isso que estamos exigindo”, afirmou Costa Neto, fazendo alusão ao requisito para os países europeus se tornarem membros da EU. De acordo com o presidente da estatal, a CEA e a CERR receberam recursos do governo federal para saneamento das dívidas. A Eletronorte já recebeu uma parte da CEA esse ano, o equivalente a R$ 700 milhões, para pagamento de sua dívida. “Isso já deu um impacto positivo no balanço da Eletronorte e, consequentemente, da Eletrobras. E a CERR também já tem o dinheiro para pagar, então o que era um valor provisionado como prejuízo, agora voltou, por isso que a Eletronorte deu mais de R$ 1 bilhão de lucro nesse segundo trimestre”, ressaltou. (Jornal da Energia – 11.09.2013)
3 Acordos de gestão compartilhada da CEA e da CERR serão assinados na quinta-feira, 12 A diretoria da Eletrobras vai assinar nesta quinta-feira, 12 de setembro, os acordos de gestão compartilhada da Companhia Energética do Amapá e da Companhia Energética de Roraima. O documento é o primeiro passo para a federalização das distribuidoras, que está condicionada à redução do nível de endividamenteo e à melhoria dos indicadores de qualidade. Para preencher os parâmetros mínimos estabelecidos no acordo, as distribuidoras tiveram acesso a financiamento de bancos estatais para pagamento de dívidas em atraso, dentro do processo de saneamento. A CERR e a CEA são as únicas empresas de distribuição que ainda não estão integradas ao SIN. Parte dos recursos destinados à CEA já foram repassados à Eletronorte, que recebeu R$ 700 mi da concessionária do Amapá. Para o presidente da Eletrobras, várias ações adotadas pelo grupo estatal aparentemente têm possibilitado a melhora da percepção das empresas pelos investidores. A empresa trabalha com um projeto de reestruturação das distribuidoras do grupo, que deverá ser apresentado ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. (Agência CanalEnergia – 11.09.2013)
4 CEEE fatura R$1,2 milhão com programa contra gatos
A CEEE Distribuição bateu recorde de novas ligações em áreas regularizadas em sua área de concessão, com um total de 1,5 mil de janeiro a agosto desde ano, representando 100 a mais do que em todo o ano de 2012. O resultado representou à empresa o acréscimo de R$ 1,2 milhão, no período de agosto de 2012 a julho de 2013, dos quais 85% entraram nos cofres da companhia. Somente no mês de agosto 445 clientes passaram a consumir formalmente, e outras 430 ligações devem acontecer ainda em setembro, através do programa Energia Legal. Os consumidores de instalação monofásica recebem um incentivo da CEEE, que fornece e instala o kit, mediante pagamento parcelado em 24 vezes na fatura da energia elétrica. Se o cliente paga corretamente as primeiras 12 prestações, é isentado do valor restante. Para o presidente do Grupo CEEE, Sergio Souza Dias, a ação cumpre um dos objetivos da empresa de recuperar receita. “O atual momento do setor elétrico reforça uma necessidade que estamos trabalhando, de reduzir as perdas e recuperar a receita. O programa e a atuação das equipes de fiscalização nas áreas com rede regular de energia elétrica têm contribuído muito para alcançarmos esta meta”, analisa. (Jornal da Energia – 11.09.2013)
5 Celesc planeja voltar a leilões de energia nova em 2014 A Celesc planeja uma participação mais ativa nos leilões de energia promovidos pelo governo federal. Segundo o diretor-presidente da estatal catarinense, Cleverson Siewert, a companhia tem projetos que poderiam ir a leilões em 2014, caso sejam aprovados pelo Conselho de Administração ainda este ano. Além disso, a Celesc pretende disputar o leilão de transmissão marcado para novembro próximo. Atualmente, a Celesc estuda projetos eólicos, PCH e algumas térmicas com capacidade total de 1,2 mil MW. O executivo revelou que a companhia possui 10 projetos em fase avançada de estudos e avaliação da viabilidade econômica e comercial. Hoje, 97% do resultado da Celesc advêm do negócio de distribuição e a estratégia da companhia é alterar o quadro, crescendo em geração e em transmissão para equilibrar os resultados do grupo. Por conta disso, a estatal vem investindo na ampliação da capacidade do ativos de geração existentes. O interesse da Celesc de crescer em transmissão se justifica pelo setor apresentar um fluxo de caixa e uma rentabilidade mais estáveis na comparação com a área de distribuição. (O Estado de São Paulo- 11.09.2013)
Localização
(51) 3012-4169
aeceee@aeceee.org.br