Ao todo foram negociados 39 parques localizados no Nordeste e no Sul do país. PCHs sairam logo no início do leilão e as térmicas a biomassa também não se viabilizaramMauricio Godoi, da Agência CanalEnergia, de São Paulo, Planejamento e Expansão 18/11/2013 Após uma disputa de 20 minutos, chegou ao fim o leilão A-3, que negociou um total de 58.293.900 MWh de energia, viabilizando a adição de 867,6 MW em capacidade instalada somente de energia eólica por meio de 39 usinas.O preço médio de venda ficou em R$ 124,43 por MWh para 332,5 MW médios vendidos. Esse valor corresponde a um deságio de 1,25% sobre o valor de R$ 126 por MWh, preço-teto para todos os empreendimentos.Foram 19 empreendimentos na região Sul e 20 na Nordeste. Apesar de ter sido habilitado ao leilão, a fonte solar fotovoltaica, como esperava o mercado, não conseguiu fechar CCEARs nesta que foi a primeira participação em leilões no Brasil. As térmicas a biomassa também não venderam energia. O volume de energia negociado corresponde a um giro financeiro de R$ 7,253 bilhões. A garantia física contratada ficou em 380,2 MW médios.Ao total, 29 distribuidoras compraram energia. Dessas, as maiores foram a Copel (PR) com 6,128 milhões de MWh; seguida por Celg (GO) com 5,616 milhões milhões de MWh; e Elektro (SP), 4,971 milhões de MWh. A fonte hídrica que participa do leilão de energia nova por meio do produto por Quantidade e contratos de 30 anos não apresentou lances no certame deixando a disputa nos primeiros minutos.
Localização
(51) 3012-4169
aeceee@aeceee.org.br