São muitas as variáveis que estão apresentando sinais de incerteza no caminho das distribuidoras. Depois das geradoras e transmissoras, chegou a vez das distribuidoras passarem pela renovação das concessões. Além disso, elas tiveram um ano difícil com o alto despacho térmico, que pressiona o PLD, com a exposição involuntária em torno de 2 GW médios e ainda passaram, em sua maioria, pelo terceiro ciclo de revisão tarifária, que reduziu o Wacc - a taxa de remuneração - das concessionárias para 7,5%, diminuindo sua capacidade de investimento no setor. "Ha uma certa inquietação com a possibilidade do governo querer aproveitar a renovação da concessão e aplicar algum mecanismo a favor da modicidade tarifária. Na opinião do nosso grupo, a renovação das concessões vai focar no controle sobre a qualidade do serviço e na estabilidade econômico financeira das distribuidoras e não vai tocar na modicidade tarifária", avaliou Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico - Gesel/UFRJ. (Agência CanalEnergia – 22.11.2013)
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