Com a recente divulgação do Plano de Demissão Voluntaria (PDV) previsto pela Eletrobras, o setor de energia pode perder um quadro de funcionários que ultrapassaria a casa dos 7,9 mil trabalhadores dentro dos próximos anos. Além da estatal de federal, empresas como Copel, Celesc, Cemig e Cesp têm ou vão abrir PDVs, processos que podem ter sido acelerados para ajustar as companhias à nova realidade financeira pós-MP 579. No caso da estatal paulista o secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, afirmou semana passada, que essa é uma das saídas encontradas da Cesp para sanear os custos. Já no plano da Eletrobras é esperada a adesão de aproximadamente 5 mil colaboradores, dos quais, cerca de 40% com cargos gerenciais e salários acima da média. Boa parte dos profissionais provavelmente com mais de 20 anos de casa, além de conhecimento técnico acumulado ao longo de décadas atuando no setor. O gasto estimado é de R$ 1,4 bi. A empresa tem o objetivo de reduzir custos em 20% este ano, aumentando esse percentual para 30% a partir de 2014. (Jornal da Energia – 10.04.2013)
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