Notícias do setor
19/12/2013
Para Abrace, pesquisa da Abradee sobre tarifa comprova desigualdade no impacto da MP 579

Apesar do barateamente no preço da energia, Brasil continua com uma relação desfavorável entre os custos da energia e consumidores de baixa e alta tensão Da Agência CanalEnergia, Consumidor 
18/12/2013 A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica apresentou uma pesquisa sobre o impacto da MP 579 nas tarifas de energia e confirmou a percepção da indústria de que a medida promoveu um ganho estrutural para os consumidores das distribuidoras, mas não atingiu com o adequado potencial as bases das cadeias produtivas. De acordo com o presidente-executivo da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres, Paulo Pedrosa, com a MP 579, o Brasil deixou a liderança da energia mais cara do mundo, no entanto, continua com a relação mais desfavorável possível entre os custos da energia para os consumidores de baixa e de alta tensãoPedrosa acresentou ainda que o país continua com custos elevados para a grande indústria que atua no mercado livre e que não teve acesso à energia das concessões que foram renovadas.Conforme a associação apresentou ao governo em pesquisas, resultados de simuladores e contas de energia das empresas, o ganho estrutural para as grandes indústrias foi da ordem de 7,5%. Para o executivo, os grandes consumidores confiam na sensibilidade do governo para um ajuste, de forma a assegurar os ganhos de competitividade sinalizados à economia nacional.

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