Apesar do barateamente no preço da energia, Brasil continua com uma relação desfavorável entre os custos da energia e consumidores de baixa e alta tensão Da Agência CanalEnergia, Consumidor
18/12/2013 A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica apresentou uma pesquisa sobre o impacto da MP 579 nas tarifas de energia e confirmou a percepção da indústria de que a medida promoveu um ganho estrutural para os consumidores das distribuidoras, mas não atingiu com o adequado potencial as bases das cadeias produtivas. De acordo com o presidente-executivo da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres, Paulo Pedrosa, com a MP 579, o Brasil deixou a liderança da energia mais cara do mundo, no entanto, continua com a relação mais desfavorável possível entre os custos da energia para os consumidores de baixa e de alta tensãoPedrosa acresentou ainda que o país continua com custos elevados para a grande indústria que atua no mercado livre e que não teve acesso à energia das concessões que foram renovadas.Conforme a associação apresentou ao governo em pesquisas, resultados de simuladores e contas de energia das empresas, o ganho estrutural para as grandes indústrias foi da ordem de 7,5%. Para o executivo, os grandes consumidores confiam na sensibilidade do governo para um ajuste, de forma a assegurar os ganhos de competitividade sinalizados à economia nacional.
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