Mas empresa vê aceleração da curva de aprendizado, o que poderá alterar cronogramaPor Natália BezuttiA hidrelétrica de Jirau trabalha com a expectativa de operar comercialmente entre 1.200 e 1.350MW, até o final de 2014, resultante da geração de 16 a 18 unidades geradoras. Mas o cronograma pode ser alterado a qualquer momento, visto que a montagem e comissionamento das turbinas estão sendo realizados paralelamente, permitindo escalonar a entrada em operação das unidades geradoras.“Esse cronograma pode ser revisto, baseado no desempenho da curva de aprendizado. O escopo está bastante rápido e agora as coisas estão acontecendo com bastante agilidade”, explicou Anamélia Medeiros, gerente relações com o mercado em teleconferência.Mas quanto às expectativas para o próximo ano, a executiva prefere não fazer, justamente pela aceleração da curva de aprendizado que a empresa tem encontrado.Sobre a suspensão de sanções por atrasos nas obras, a gerente Anamélia declarou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ainda está analisando o relatório da comissão técnica sobre evidências do estágio atual da construção e os impactos dos atos de vandalismos nas obras em 2011 e 2012.“Assim que a decisão for tomada, vamos ter uma ideia melhor a entrada e limite de PPAs (contratos de venda de energia), mas caso a decisão não reflita corretamente os efeitos dos ventos ela pode ser complementada por uma decisão judicial, baseada em relatório independente de técnicos indicados pela Justiça”, contou Anamélia.ProjetoEm setembro de 2013, a usina que está sendo construída pela Energia Sustentável do Brasil (ESBR) recebeu o aval da agência reguladora para ampliação do projeto para 3.568MW - cerca de 417 MW a mais que o projeto original – e que atenderá prioritariamente os Estados do Acre e Rondônia.
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