O presidente da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Carlos Faria, também defende um plano de racionalização neste momento. "Não há dúvida de que estamos vivendo um momento preocupante. Uma vez mais tenho de criticar a falta de clareza do governo federal sobre a real situação", destaca o executivo, lembrando dos discursos do governo sobre os riscos, de baixo para baixíssimo. "Agora já acenderam o sinal amarelo. Não é possível reverter essa situação contando com a chuva." Ele conta que tem aconselhado os associados a reprogramar as carteiras de pedidos. Segundo Faria, cerca de 30% deles já teria adotado medidas para reprogramar a linha de produção, com férias coletivas e outras iniciativas. Em contrapartida, podem vender a energia economizada no mercado à vista, cujos preços estão em R$ 822 o Mwh. (O Estado de São Paulo – 11.04.2014)
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