O economista Nivalde de Castro, coordenador do grupo de estudos do setor elétrico da UFRJ, acredita que um dos poucos mecanismos ao alcance da Aneel para suavizar os reajustes pedidos pelas distribuidoras é parcelar esses aumentos por mais de um ano. Segundo ele, o índice "depende muito do portfólio dos contratos de energia" de cada distribuidora. No ano passado, por exemplo, entraram em operação muitas usinas térmicas contratadas no leilão de A-5 de 2008. "Se a empresa deu o azar de contratar muita energia em leilões de preços mais altos, o suprimento tende a ficar mais caro mesmo", afirmou o especialista da UFRJ. (Valor Econômico – 15.04.2014)
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