Maior geradora de energia do país, a Chesf, braço operacional do grupo Eletrobras no Nordeste, está priorizando os projetos no segmento de transmissão. Os objetivos são aumentar rapidamente a receita da companhia, afetada pela adesão à Medida Provisória 579 - da renovação das concessões -, e disponibilizar as instalações que viabilizarão o fornecimento de energia de eólicas já em operação para o SIN. "Quando estivermos com toda a carteira de obras de transmissão, vamos conseguir recompor a receita desse segmento em 43%", afirmou o novo presidente da Chesf, Antônio Varejão, que completa um mês no cargo nesta semana, com expectativa de alcançar a meta em três anos. A estatal perdeu cerca de R$ 3 bilhões de receita anual com a adesão ao programa de renovação das concessões de geração e transmissão. "Precisamos ser uma empresa que volte a dar lucro", disse ele. Companhia ainda não definiu substituto da Alupar no consórcio da hidrelétrica de Sinop, em Mato Grosso Segundo Varejão, até o fim deste mês será concluída a última obra de transmissão para interligar as eólicas que estava em atraso. Trata-se do sistema Bom Jesus da Lapa - Igaporã, na Bahia, com investimento de R$ 50,5 milhões. (Valor Econômico – 05.05.2014)
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