O economista Nivalde de Castro, que coordena o Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), considera que as distribuidoras terão o equilíbrio econômico-financeiro preservado no 4º ciclo. Para ele, a sutil redução da taxa de retorno reflete a "sensibilidade" da agência em garantir a saúde financeira das distribuidoras. "Elas têm de estar com o equilíbrio muito bem ajustado, porque é por ali onde entra todo o dinheiro do setor que, além de atender toda a rede de distribuição, cobre custos de transmissão e geração. Se der um problema financeiro maior, os outros segmentos são contaminados", disse. (Valor Econômico – 11.06.2014)
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