Ainda que não tenha se decidido o aumento das tarifas anunciado pelo ministro da Energia Elétrica e presidente da Corporação Elétrica Nacional, Jesse Chacón, a Corpoelec ajusta para cima o preço pela prestação do serviço aos usuários residenciais. “Desde novembro do ano passado essa situação é perceptível”, afirmaram fontes ligadas à empresa. “O aumento não é elevado, entre 20 e 30 bolívares, e é feito de uma só vez ao usuário, mas, considerando a Grande Caracas, há mais de 2 milhões de clientes residenciais. Portanto, o montante arrecado é considerável”, afirmou uma das fontes. Outra fonte disse que no recibo ‘teria’ um conceito de ajuste por combustível. “Isso não é verdade, pois os preços do óleo a combustível, gasóleo e gás no mercado interno não variam: estão congelados”. Acrescentou que a Corpoelec não paga pontualmente à Petróleos da Venezuela o fornecimento dos combustíveis, o que é reflexo da espiral de contas a cobrar e pagar entre os órgãos e empresas estatais, que inclui o consumo da eletricidade. 6,53 bolívares ao mês é a tarifa social (subsidiada) em Caracas por consumir até 200 kW/hora. Passado este valor, o preço de cada kW passa para 0,13 bolívares. (El Nacional – 16.07.2014)
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