Da redação, com informações da Agência Senado
Antes de iniciar a votação no Plenário pela recondução de André Pepitone à diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o presidente do Senado, Renan Calheiros, reclamou da pressão e do pouco tempo que a Casa teve para sabatinar e votar as indicações. Segundo ele, isso ocorreu “atropeladamente e sem calendário”.
Calheiros lembrou que o Senado recebeu as indicações na última semana e tudo foi feito para dar celeridade à análise. “O Senado não tem responsabilidade com o quórum da Aneel. Isso não é responsabilidade nossa. Em três dias o Senado iniciar e ter de concluir um processo desses não é prudente para as agências de regulação do País”, advertiu.
A diretoria colegiada da Aneel tem cinco vagas e a falta de diretores dificulta as decisões. A recondução de Romeu Rufino a diretor-geral e André Pepitone a diretor, além da nova indicação de Tiago Barros à diretoria, foram aprovadas na Comissão de Infraestrutura na manhã da última quarta (16), após sabatina. No entanto, ainda faltava a aprovação do Plenário.
Dos indicados, o Plenário decidiu reconduzir ao cargo o diretor André Pepitone, com 41 votos favoráveis e 8 contrários. Assim, as outras duas ficaram pendentes. Senadores chegaram a pedir a votação de todas as indicações, mas não houve acordo.
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