Notícias do setor
03/09/2014
Aneel avalia que adiamento do leilão A-5 poderá permitir participação de hidrelétricas

Segundo Rufino, Itaocara e outras duas usinas haviam ficado de fora do certame por não terem licenciamento ambiental liberados a tempo

Sueli Montenegro, da Agência CanalEnergia, de Brasília, Planejamento e Expansão
02/09/2014

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Romeu Rufino, afirmou que o adiamento do leilão A-5, de 30 de setembro para 28 de novembro, provavelmente foi uma tentativa de ganhar tempo para possibilitar a entrada de algumas usinas hidrelétricas que ficaram de fora da licitação. Estes empreendimentos não tiveram seu licenciamento ambiental liberados a tempo de serem incluídos no certame. Entre eles estão Itaocara e mais duas outras usinas, cujo nome o diretor-geral não divulgou.

Rufino lembrou de ser chamado atenção em relação ao preço-teto da fonte solar e considerou o valor insuficiente para atrair empreendimentos da fonte para o A-5. O preço definido pelo governo é de R$ 137/MWh. "A dúvida que eu tenho é se esse valor viabiliza a fonte", disse. Com relação ao valor de R$ 158/MWh para PCHs, ele informou que houve uma interação do diretor Reive Barros com o Ministério de Minas e Energia e que o valor definido é maior do que o do último leilão.

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