Flávio Neiva, presidente da Abrage, comentou que os R$ 4 bilhões de exposição apenas em agosto impacta de forma diversificada os geradores, dependendo da geração descontratada, hedge, sazonalização, entre outros. "Assim, o impacto financeiro para alguns, expostos positivamente, significa custo de oportunidade, já para outros, expostos negativamente, impacto direto na receita", avalia. Neiva disse que a Abrage continua aferindo com outras associações de geradores o alcance e a persistência dos efeitos do GSF, buscando propostas para mitigá-los, visando posteriormente apresentar à Aneel e ao MME. Vianna, da Apine, analisa que existe uma possibilidade grande do problema do GSF persistir no ano que vem. "O PLD vai continuar alto em 2015, porque mesmo que chova na média, os reservatórios entrarão o período úmido muito baixos e não conseguirão se recuperar. Então, a expectativa do mercado é que o PLD continue alto no ano que vem e o problema do GSF deve persistir. Por isso estamos preocupados", apontou. Um estudo encomendado pela Apine mostrou que o GSF pode acumular entre R$ 20 bilhões e R$ 40 bilhões em 2014 e 2015, dependendo de diversas condições. (Agência CanalEnergia – 11.09.2014)
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