Já os grupos restantes mostraram aceleração de preços de outubro para novembro. É o caso de artigos de residência (de 0,13% para 0,31%) e educação (de 0,08% para 0,18%). Energia elétrica (1,17%) e aluguel (0,62%) também pressionaram, ambos com contribuição de 0,03 ponto percentual na taxa do índice. O instituto detalhou que a variação das contas de energia elétrica, de outubro para novembro, foi influenciada pelas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro (3,74%), com reajuste de 17,75% em uma das concessionárias; e de São Paulo (1,52%), cujo reajuste de 20,61% em uma das concessionárias que serve a região. Nas demais regiões, as variações mais elevadas nas contas de luz decorrem de alterações nas alíquotas do PIS/Pasep/Cofins. O impacto do reajuste de 3% autorizado no preço da gasolina, que passou a vigorar nas refinarias a partir de 7 de novembro, já foi captado pelo IPCA-15. Segundo o IBGE, o preço da gasolina subiu 0,68% no IPCA-15 de novembro – o que levou a um impacto de 0,03 ponto percentual na inflação do período. Ainda segundo o IBGE, a gasolina mais cara teria ajudado a pressionar a inflação do grupo transportes de outubro para novembro. No entanto, os preços dessa classe de despesa acabaram desacelerando (de 0,25% para 0,20%), no período. (Valor Econômico – 19.11.2014)
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