De qualquer forma, integrantes da equipe econômica afirmam que, do ponto de vista fiscal, não há problemas para o orçamento de 2014. Como acontecem com dois meses de diferença, as liquidações de novembro e de dezembro vão ficar apenas para o primeiro trimestre de 2015. Quando o financiamento da CCEE foi definido, a área econômica já contava com a transferência dessa conta para o ano que vem. A aposta era que o regime de chuvas seria positivo e a conta dos meses de novembro e dezembro, bastante baixa. O empréstimo da CCEE será pago pelos consumidores ao longo dos próximos três anos. Com isso, haverá impacto nos reajustes das tarifas de energia até 2017. Cálculos do TCU apontam que, além de devolver o valor do empréstimo em si, os consumidores vão desembolsar juros de R$ 8,79 bilhões aos bancos envolvidos na operação. (Valor Econômico – 03.12.2014)
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