Notícias do setor
28/01/2015
CPFL e Copel têm preferência de analistas em caso de racionamento

Com reservatórios em níveis críticos e chuvas abaixo do esperado, analistas de mercado já começam a avaliar os eventuais impactos de um racionamento de energia sobre as ações do setor. E, apesar do risco mais elevado, bancos e corretoras ainda veem oportunidades para investidores mais tolerantes à volatilidade. A maior parte dos especialistas afirma que transmissoras e distribuidoras estão mais bem posicionadas para enfrentar um cenário de redução compulsória de consumo do que as geradoras. Enquanto para a transmissão, as receitas são fixas independentemente do volume comercializado, para o segmento de distribuição, a expectativa é que haja revisão extraordinária dos contratos para compensar, via preços, o impacto do consumo menor sobre as receitas. Nesse contexto, os papéis da CPFL aparecem como um dos favoritos do setor. "Neste cenário, acreditamos que a única companhia passível de investimento no universo das companhias de energia do Brasil é a CPFL. A exposição a distribuidoras eficientes e a ativos de geração sem exposição a racionamento proporciona à companhia um diferencial em um cenário tão difícil", afirmou a analista Paula Kovarsky, do Itaú BBA. (Valor Econômico – 27.01.2015)

 

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