Notícias do setor
28/01/2015
Racionamento teria forte impacto sobre as ações das geradoras puras

Nas contas do Santander, o racionamento teria forte impacto sobre as ações das geradoras puras, como Cesp, Tractebel, AES Tietê e Eletrobras. Para essas companhias, um corte de 10% do consumo de energia representaria um recuo de 35% a 60% nas estimativas para o Ebitda no cenário básico, sem racionamento aponta a analista Maria Carolina Carneiro. Apesar de predominante, a aposta na distribuição não é um consenso. O Goldman Sachs vai na contramão do mercado e acredita que as ações de geradoras são uma opção mais lucrativa para este ano. "As distribuidoras têm apresentado desempenho melhor que as geradoras desde o segundo semestre do ano passado, na expectativa de melhoras no cenário de revisão tarifária e cortes no GSF, mas vemos esse cenário como completamente precificado", explica o analista Felipe Mattar em relatório. Nesse cenário, a preferência do banco é pelas ações da Copel e da Cemig. Na contramão, para distribuidoras puras, como Light e Eletropaulo, a indicação é de venda. (Valor Econômico – 27.01.2015)

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