A cifra, segundo o levantamento, inclui o valor de R$ 60 bilhões avaliado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) relativo à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e aos empréstimos feitos pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para socorrer as distribuidoras, além do déficit de geração hídrica e as perdas de valor da Eletrobras, devido à Medida Provisória 579/2012, que trata da renovação de concessões do setor.
“O país precisa discutir profundamente as decisões tomadas nos últimos anos. Pequenas reformas não resolverão o problema”, afirma o especialista Roberto d’Araujo, do Ilumina, no documento de dez páginas.
No texto enviado ao ministro, o diretor da Coppe/UFRJ e expresidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, alerta que, caso não chova com volumes de água satisfatórios, algumas hidrelétricas do subsistema Sudeste/CentroOeste, o principal do país, só terão condições de operar por mais um mês. “Essas usinas são responsáveis por 5% a 10% da energia consumida pelo Brasil produzida por hidrelétricas”, afirmou o especialista, no texto. (Valor Econômico)
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