Segundo Victor Paranhos, presidente da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária responsável pela construção e operação da hidrelétrica de Jirau, há 24 turbinas em operação hoje e a concessionária conseguiu voltar ao cronograma de entrega da energia em novembro. O compromisso contratual é de chegar a 36 máquinas em dezembro, mas a ESBR trabalha com planos de ter até 42 unidades geradoras ligadas no fim do ano. Segundo o presidente da concessionária, as obras ainda exigem investimentos de R$ 800 milhões e o dinheiro terá que sair integralmente do bolso dos acionistas - o financiamento do BNDES já teria acabado. Com um rombo de R$ 3,2 bilhões para assumir, a tendência é diminuir o ritmo das obras pendentes, limitando-se estritamente aos compromissos contratuais. A diferença das seis turbinas a mais ou a menos é de 450 MW. Os custos de construção da usina hidrelétrica já subiram de R$ 9 bilhões para R$ 18 bilhões, em parte justamente por causa dos incêndios e revoltas trabalhistas. Paranhos reclamou da falta de tempo para analisar o relatório técnico da Aneel. (Valor Econômico – 04.02.2015)
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