A venda de energia excedente perderá importância como fonte de receita para companhias que aproveitaram os preços elevados no mercado de curto prazo em 2014 para reduzir custos. Com a queda no teto do PLD, de R$ 823 por MWh em 2014, para R$ 388 este ano, empresas como Fibria, Suzano, Santos Brasil, Tupy, Mahle Metal Leve, Usiminas e Votorantim devem trazer o primeiro efeito da mudança nos resultados do trimestre que termina em março. Entre as companhias do setor de celulose, quem mais deve deixar de ganhar é a Fibria, que mantém em 2015 a mesma capacidade de geração de energia do ano passado. Em 2014, a fabricante produziu 117% da energia de que necessita para o processo de produção de celulose, o que contribuiu para uma alta no custo caixa de 3%, abaixo da inflação de 6,41% no ano segundo o IPCA. (Valor Econômico – 23.03.2015)
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