A Dívida Pública Federal (DPF) registrou uma alta em termos nominais, de 3,64% na passagem de janeiro para fevereiro para R$ 2,329 trilhões. Pelas metas estabelecidas dentro do Plano Anual de Financiamento (PAF), o endividamento deve oscilar entre R$ 2,45 trilhões e R$ 2,6 trilhões em 2014. Segundo nota divulgada pelo Tesouro Nacional, a Dívida Pública Mobiliária Interna (DPMFi) teve seu estoque ampliado em 3,53% ao passar de R$ 2,138 trilhões em janeiro para R$ 2,213 trilhões em fevereiro. Já a Dívida Federal Externa somou R$ 116,26 bilhões (US$ 40,39 bilhões), o que representa uma alta de 5,76% na comparação com os números de janeiro. No mês passado, as emissões da Dívida Pública Federal corresponderam a R$ 66,37 bilhões, enquanto os resgates somaram R$ 17,25 bilhões, o que resultou em emissão líquida de R$ 49,12 bilhões. Desse total líquido, R$ 51,12 bilhões referem-se à emissão líquida da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) e R$ 2 bilhões de resgate líquido da Dívida Pública Federal Externa. O percentual vincendo da dívida interna em 12 meses ficou em 26% em fevereiro contra 26,16% em janeiro. O prazo médio da dívida interna fechou fevereiro em 4,40 anos (4,46 anos em janeiro). Considerando a metodologia "Average Term to Maturity", que permite uma maior comparabilidade do Brasil com outros países, a vida média da dívida pública federal passou de 6,81 anos em janeiro para 6,71 anos em fevereiro. (Valor Econômico – 24.03.2015)
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