O impacto bilionário do rateio dos custos com o déficit hídrico deve seguir pesando sobre os resultados das empresas de energia elétrica no quarto trimestre. Para as companhias integradas, no entanto, uma mudança contábil que permite o reconhecimento antecipado de ativos regulatórios, que serão recebidos apenas nos próximos reajustes, deve dar algum fôlego ao lucro. A expectativa é que a Cemig e a CPFL Energia, que divulgam seus números hoje à noite, apresentem resultados maiores que os registrados nos últimos três meses de 2013. (Valor Econômico – 26.03.2015)
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