A atuação mais restrita do BNDES no financiamento de PCHs, aliada à elevação da TJLP, levaram o governo a melhorar bastante as condições de participação do segmento no próximo leilão para compra de energia elétrica com entrega em cinco anos, mais conhecido como A-5. Aprovado pela Aneel, o edital trouxe reajuste de 28% no preço-teto dos MW oriundos de PCHs. Empreendimentos com capacidade até 50 MW tiveram o limite máximo fixado em R$ 210 por MWh. André Pepitone, diretor da Aneel e relator do processo, disse que os novos preços para as PCHs são a "grande novidade" do leilão. Segundo ele, o reajuste reflete "a deterioração das condições de financiamento" para o segmento. Além dos reajustes recentes na TJLP, a fatia financiável dos projetos de PCHs pelo BNDES foi reduzida de 70% para 50% no ano passado. A Abragel, que representa as PCHs, elogiou a decisão. (Valor Econômico – 31.03.2015)
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