Devido à crise elétrica, o governo ampliou a possibilidade de importar energia da Argentina e do Uruguai. O MME publicou no Diário Oficial da União a autorização para que a Petrobrás e a Eletrobrás sejam responsáveis pela operação. A importação, no entanto, ainda é uma dúvida já que no inverno o consumo de energia é alto na Argentina. Se sobrar alguma coisa para vender ao Brasil, o preço será alto, afirma o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos. Pelas regras estabelecidas pelo ministério, o custo de importação que superar o preço do mercado à vista será coberto pelo ESS, pago por todos os brasileiros. A medida tem o objetivo de preservar a água dos reservatórios. Mas ao reduzir a energia hídrica, o governo tende a ampliar o rombo entre os geradores, que vão produzir menos do que a garantia física. Antes mesmo de se cogitar a possibilidade de contratar energia de geradores elétricos de shoppings e supermercados, a expectativa de prejuízo das geradoras superava R$ 20 bilhões com a queda de produção. (O Estado de São Paulo – 05.04.2015)
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