Notícias do setor
14/05/2015
Aneel põe em pauta a geração fora da ordem de mérito e a importação de energia dos países vizinhos

A Aneel pretende discutir se a geração fora da ordem de mérito e a importação de energia dos países vizinhos podem ser considerados como mero risco do negócio. Pelas regras do setor, o ONS aciona sempre a geração disponível de custo mais baixo. Para poupar os reservatórios, no entanto, o ONS rasgou a cartilha e intensificou a prática de ligar térmicas a qualquer custo e trazer eletricidade da Argentina ou do Uruguai. Isso faz com que as hidrelétricas sejam forçadas a produzir menos energia, comprometendo o caixa das geradoras. "Se chegarmos à avaliação de que a matriz de risco está inadequada, poderemos olhar para frente." Até agora, o governo vinha tratando esse rombo financeiro das hidrelétricas como risco intrínseco ao negócio. As duas únicas exceções eram a binacional de Itaipu e as usinas que tiveram suas concessões renovadas pela MP 579, depois transformada na Lei 12.783, em 2012. Nesse caso, toda a garantia física das usinas foi destinada ao mercado regulado e o risco hidrológico ficou totalmente nas mãos do consumidor. (Valor Econômico – 13.05.2015) 

 

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