Notícias do setor
16/06/2015
Amazonas Energia poderá ter que pagar custos pra gerar energia mais cara com recursos próprios

Ao não implantar as bandeiras tarifárias, a Amazonas Energia abre mão de receitas de forma voluntária - na prática, a distribuidora está dando desconto aos consumidores. Assim, não terá direito a pedir ressarcimento por esses gastos na Aneel e, portanto, terá direito a um porcentual menor na época de reajuste tarifário do contrato. Ao mesmo tempo, a decisão da Amazonas Energia aumenta a conta de luz de todos os demais brasileiros, pois o gasto para gerar essa energia mais cara será transferido para aqueles que pagam pelo sistema. Para evitar que isso ocorra, a Aneel pode obrigar a distribuidora a usar recursos próprios para bancar a despesa. Nesse caso, o rombo recairia sobre os acionistas da companhia. A Amazonas Energia é uma distribuidora da Eletrobrás, empresa de capital misto, com a maioria das ações detidas pelo governo. As 700 mil unidades consumidoras do Amazonas já se livraram do reajuste extraordinário concedido pela Aneel no fim de fevereiro. Como o Estado ainda não fazia parte do SIN, não integrou o rateio da CDE, que gerou um aumento médio de 23,4% para todos os demais usuários. (O Estado de São Paulo – 13.06.2015)  

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