Notícias do setor
08/07/2015
As opções para a termelétrica Uruguaiana

Nos últimos oito anos, a termelétrica Uruguaiana tem operado parcialmente por curtos períodos. Além da opção de desmontar a usina, outras opções surgiram, como a renegociação com a Argentina. Apesar de ser a alternativa mais barata para resolver a questão, é bastante improvável devido a escassez do combustível e pelo contrato estabelecido entre os dois países não prever multa. A terceira opção seria a criação de um novo gasoduto para trazer gás vindo da Bolívia. A ideia é considerada "interessante" financeiramente por especialistas, mas o Brasil continuaria dependente dos países vizinhos. Para a AES, a melhor alternativa para a termelétrica Uruguaiana seria estabelecer um novo contrato com o governo, mas que acabaria custando caro aos consumidores. Por último, a melhor opção para desenvolver a região seria construir um gasoduto entre Rio Grande e Uruguaina, mas também bastante improvável. O gás importado chegaria até Rio Grande e depois transportado por um gasoduto até Uruguaiana. Essa era a proposta da presidente Dilma Rousseff em 2002, quando ainda era secretária de Energia no RS. O projeto seria executado pela Petrobras, que deixou de lado a ideia após problemas de caixa. (Zero Hora – 06.07.2015) 

 

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