O coordenador do Gesel - UFRJ, professor Nivalde de Castro afirmou que "o BNDES está sinalizando que não está com tantos recursos disponíveis. As condições de financiamento mudaram, ficaram mais caras. Isso terá que refletir no preço--teto”. No segmento de transmissão, Castro nota que o valor dos investimentos exigirá um aumento da RAP nos leilões. De forma geral, ele viu no PIEE uma compilação de projetos já elencados pela EPE. "Os riscos e incertezas do setor elétrico hoje não foram considerados no levantamento", explicou Castro, lembrando que questões atuais do mercado, como a indefinição sobre as despesas com o déficit de geração hídrica, ainda não tiveram uma solução definida. (Valor Econômico – 12.08.2015)
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