A taxa de desemprego no Brasil aumentou para 8,3% no segundo trimestre, a maior taxa da série histórica, com início em 2012. Um ano antes, estava em 6,8%. Nos três primeiros meses de 2015, o nível de desocupação era de 7,9%. Os dados são da Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE. Pelo levantamento, a região Nordeste foi a que apresentou a maior taxa, de 10,3%, e a região Sul, a menor, de 5,5%. A pesquisa apontou que população desempregada no segundo trimestre aumentou 23,5% em relação a um ano antes, para 8,4 milhões de pessoas. Perante o período de janeiro a março deste calendário, esse contingente cresceu em 5,3%. O número de pessoas ocupadas correspondeu a 92,211 milhões no trimestre até junho, praticamente estável na comparação com um ano antes e perante os três meses imediatamente antecedentes. No caso da população fora do mercado de trabalho, a estimativa é de um contingente de 63,5 milhões, alta de 1% no comparativo com o mesmo período do ano passado, quando 62,9 milhões estavam inativos. Considerando o confronto com o primeiro trimestre de 2015, houve, contudo, queda de 0,5%. O nível da ocupação ¬ indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar ¬ equivaleu a 56,2% entre abril e junho de 2015, ante 56,9% no mesmo período do ano anterior. Ante o primeiro trimestre deste calendário, o IBGE apontou estabilidade. (Valor Econômico – 25.08.2015)
Localização
(51) 3012-4169
aeceee@aeceee.org.br