Para o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, o aumento da presença das energias fósseis na matriz brasileira é anterior à crise hídrica e remonta ao racionamento de 2001, que ficou conhecido como "apagão". "De 2001 para cá, nós acabamos contratando energia a qualquer custo. Foram 15 mil MW de térmicas, muitas delas a óleo combustível e de baixo rendimento", disse Braga. "O desafio do setor elétrico hoje é 'descontratar' esses 15 mil MW e substituí-los por energia nova, eficiente, limpa, moderna, barata", ressaltou. Segundo o ministro, esses contratos podem ser alterados e o país não precisa ficar amarrado a uma energia suja e ineficiente. Atualmente pouco mais de 65% da energia gerada no Brasil provém de hidrelétricas, o que faz com que o Brasil já cumpra, nesse quesito, a meta contida na INDC. (Valor Econômico – 27.11.2015)
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