O patamar intermediário de acionamento da bandeira vermelha não foi divulgado durante reunião da diretoria da Aneel. O diretor da agência, André Pepitone, explicou que tal divulgação pode interferir no processo de negociação da repactuação do risco hidrológico. O diretor justificou que o fluxo de recursos das bandeiras tarifárias será usado na recomposição de valores de perdas relacionados às perdas financeiras apuradas pelo GSF. Para 2016, a regra da bandeira verde será mantida como é hoje, sem cobrança adicional nas contas de luz. O sinal amarelo deve aparecer nas faturas quando o custo de geração for acima de R$ 211/MWh, correspondente a 50% do novo PLD máximo. (Valor Econômico – 16.12.2015)
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